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A agenda global pós-pandemia colocou o combate às mudanças climáticas como prioridade. Líderes das principais economias do planeta anunciaram planos de retomada do crescimento com foco na sustentabilidade do planeta.

 

A experiência histórica do Ocidente, por sua vez, revela uma constatação inequívoca: a sustentabilidade socioeconômica e ambiental só se realiza em sua plenitude em nações profundamente comprometidas com democracia, ou seja, que valorizam a liberdade dos indivíduos, o combate às desigualdades e cujos povos demonstram intenso empenho em assegurar o bem-estar da coletividade e a sua prosperidade.

 

Nesse cenário, a realidade brasileira é assertiva: nossa adequação ao espírito do nosso tempo exige um esforço muito maior do que outros países. A democracia por aqui está cambaleante porque os eleitores escolheram elevar ao poder alguém que declaradamente se opõe à vivência democrática e republicana e não mede energia para sabotá-la. Além disso, um olhar mais atento às ofertas do mercado da política revela, infelizmente, que o tema da sustentabilidade é tido como secundário (até irrelevante, em alguns casos) na agenda de políticas oferecida à população.

 

A inserção do Brasil na dinâmica global não é trabalho para um iluminado. Se há desejo de que o presente dos brasileiros seja menos extenuante, com a redução do passivo civilizatório e a instituição de bases sólidas para que as novas gerações possam viver num futuro auspicioso, a hora exige que as mais diversas inteligências e competências criativas se dediquem a formular as propostas e ideias para políticas públicas que definitivamente enraízem os valores democráticos, defendam e promovam o patrimônio ambiental do país e contribuam para resolver nosso principal problema: a imensa desigualdade que assola nossa sociedade.

 

O Brasil está entre os países mais desiguais do mundo. 19 milhões de brasileiros foram impactados pela fome durante a pandemia. 14 milhões de brasileiros estão desempregados. Nosso projeto de desenvolvimento nacional certamente tem como imperativo ético propor soluções urgentes para garantir os direitos fundamentais de todos os brasileiros e brasileiras: acesso à alimentação, educação, saúde, moradia e trabalho.

 

A Fundação Rede Brasil Sustentável pretende ser espaço de fontes de oxigênio para o debate político na atual conjuntura brasileira. A organização quer cumprir papel de conector de críticas e criatividades que impulsionem o diálogo e que ofereçam aos brasileiros uma visão exequível das ações que devem guiar os próximos governantes e legisladores para transformar o Brasil em referência mundial no desenvolvimento sustentável e criar barreiras intransponíveis a retrocessos. Neste sentido, iniciaremos uma sequência de debates nominada de Plataforma 18: Por um Brasil Justo e Sustentável com intuito de atualizar as diretrizes programáticas visando propostas ao pleito de 2022. 

 

Convidamos toda a sociedade brasileira a se integrar a essa construção, que pretende mostrar que, fora da polarização política, é possível construir um Brasil, guiado pela Constituição de 1988, menos desigual, mais diverso, mais democrático, que cuida, usa com sabedoria e se orgulha de seu patrimônio ambiental, bem como protege e respeita seus povos originários.

Cronograma de debates

29/10/2021 19h - Mudanças Climáticas - relatório IPCC e COP 26

Super Sábado  06/11/2021
10h - Saneamento Básico
14h - Cidades e metrópoles
16h -  Segurança Pública

09/11/2021 19h  Educação

16/11/2021 19h Saúde e Ciência

Super Sábado  20/11/2021
10h  - Agricultura Sustentável
14h  - Industria e Infraestrutura
16h  - Amazônia

23/11/2021 19h  Cultura

Super Sábado  27/11/2021
10h - Agenda da Sustentabilidade no Mundo
14h - Papel das Empresas no desenv. sustentável
16h - Economia e Sustentabilidade

As datas são indicativas, pode haver alteração. Se você tem sugestões de palestrantes e novos temas, enviar e-mail para funredebrasil@gmail.com

Participe! 

Envie suas contribuições para o debate preenchendo individual ou coletivamente o formulário abaixo 

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A Fundação Rede Brasil Sustentável é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, instituída pela Rede Sustentabilidade em 2017 com finalidade de trabalhar com educação política, pesquisas e projetos ligados à sustentabilidade. Esta é uma página provisória para comunicar sobre a nova direção. 

 

Gestão 2021/2024

No cenário de grande polarização em que o Brasil se encontra, é fundamental organizações que trabalhem com educação política, inclusive junto aos cidadãos que almejam ser candidatos. Fundações de partido detém a gênese de trabalho neste tema. Por isso, esta gestão irá inovar e ampliar atividades neste campo.
Por sua vez, a questão ambiental é um dos temas mais importantes do nosso século, neste sentido, também se torna essencial o trabalho de educação para a sustentabilidade. Formulação, reflexão e promoção de políticas públicas alinhadas com a sustentabilidade será eixo fundamental para atuação da fundação. Experimentar inovações na política institucional, nas formas de organização e comunicação da sociedade também serão fortalecidas no trabalho desta gestão. 
Os objetivos serão cumpridos fundamentados em conhecimento científico, modulados por projetos e formatados em metodologia ágil. A história de atuação da Rede Sustentabilidade, da própria fundação e, principalmente, do legado presente de Marina Silva serão valores e bases para atuação cotidiana. 
Os custos serão cobertos com recursos de pessoas físicas, convênios e parcerias com organizações privadas nacionais e internacionais. 
Será fortalecida a presença institucional junto a organizações do campo da sustentabilidade e da defesa da democracia, na relação com outras fundações partidárias, universidades e organizações sem fins lucrativos para desenvolvimento de atividades em conjunto, divulgação e participação em projetos já existentes, assim como outras parcerias.

Documentos Base

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Manifesto Rede Sustentabilidade

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Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

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Carta da Terra

 

Diretoria Executiva

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Zé Gustavo

Presidente

Zé Gustavo é formado em Administração Pública na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e foi bolsista na Universidade de New Brunswick, Canadá. 
De 2016 a 2018 foi porta-voz nacional da REDE Sustentabilidade e se tornou o mais jovem presidente nacional de partido da história do país. 
É líder RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade) e RenovaBR.
Participa de movimentos cívicos que potencializam a gestão pública municipal e incentivam a participação política.
Atua como consultor e facilitador em processos de coalizão entre governos, empresas, academia e sociedade.

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Shalon Silva

Diretora de Comunicação, Tecnologia Social e Digital

Shalon Silva é formada  em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília - UNICEUB. (2000-2005). Especialista em Teoria Psicanalítica pela Universidade de Brasília (2004-2006).  É supervisora da área de Ambientes, Redes e Iniciativas da Gerência de Inovação  da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e fundadora do Redelab - laboratório de inovação política. Tem experiência em métodos ágeis, facilitação de grupos e educação a distância atuando principalmente nos temas: inovação e negócios e relacionamento com o ecossistema de inovação.

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Alan Dubner

Diretor de Formação

Alan Dubner é formado em Administração Pública na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atua em Sistemas de Aprendizagem e Educação para a Sustentabilidade.
É diretor superintendente do Instituto 5 Elementos (Educação para Sustentabilidade); um dos líderes da SOL Brasil (Society for Organizational Learning); um dos representantes do Pachamama Alliance Brasil (Lynne Twist) e do Giftival Community (Charles Eisenstein).
Liderou o projeto de inclusão digital (UN ICT Task Force) n ONU. Foi representante da Forrester Research no Brasil. Participou da equipe que desenvolveu a área EAD (educação a distância) no Senac. Trabalhou como diretor da Socinfo (Sociedade da Informação do Ministério da Ciência e Tecnologia) e participou do “Livro Verde” do Governo Federal.

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Tacius Fernandes

Diretor Administrativo Financeiro

Tacius Fernandes da Silva,
Professor de História,  pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Foi presidente do Centro Academico de História, Coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e dirigente da União Estadual do Estudantes (UEE-AM).
Lecionou na Rede Salesiana de Escolas em Manaus. Em 2014, foi homenageado pela Assembleia Legislativa do Amazonas com a Medalha do Mérito Legislativo Educacional “Professora Ignês de Vasconcelos Dias”, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade amazonense no campo educacional.
Fundador do Partido Rede Sustentabilidade, liderado pela Ex-Ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Foi porta-voz/presidente do partido no Amazonas. Coordenador da campanha presidencial de Marina Silva em 2010 e 2014 no estado. Mudou-se para Brasília em 2015, para ajudar na organização do partido nacionalmente. Em 2018, foi novamente um dos coordenadores da campanha de Marina Silva à presidência da república. E hoje exerce a função de coordenador executivo nacional da Rede Sustentabilidade.

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Marcela Moraes

Diretora de Estudos e Pesquisas

Marcela Moraes é advogada e mestre em Gestão de Políticas Públicas pela USP. Atua em projetos ligados ao fortalecimento da democracia e da sustentabilidade, tendo trabalhado com diversas organizações da sociedade civil, entre elas Instituto Democracia e Sustentabilidade, Instituto Escolhas, Instituto Akatu por um consumo consciente e Aliança para Lideranças de Impacto no Setor Público e no Terceiro Setor. Foi também membro da Executiva Nacional da REDE, porta-voz do Estado de São Paulo e Diretora de Formação da Fundação Rede Brasil Sustentável.

 
 
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Conselho Curador

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Conselho Fiscal

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Estatuto Fundação Rede Brasil Sustentável

Conselhos da Fundação

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Veja o que a Fundação já fez

 

Debates temáticos

Debates de eixos programáticos durante 2017 e 2018. Temas debatidos: 
- Gestão Pública e Economia; - Pacto Federativo e Municipalismo; - Utilização dos Recursos Naturais; - Dinamização econômica e geração de empregos e renda no campo e na cidade; - Esportes e Cidades; - Educação; - Segurança Pública; - Juventude, desemprego e violência; - Mulher na Política e Política da Mulher; - Infraestrutura; - Democracia de Alta Intensidade; - Saúde e Direitos Humanos; -Tecnologia e Direito dos Animais;

Livro: O que é Sustentabilidade

O livro O que é Sustentabilidade, conta com 121 páginas, discute a sustentabilidade em seis capítulos, utilizando metodologia de problematização e perguntas para debate, divide a temática em introdução para compreender a sustentabilidade, no capítulo 2, explicita fundamentos ancestrais e a sustentabilidade com o bem-viver, o ubuntu, o yang/ying e vasudhaiva kutumbakam; no capítulo 3,  discute sustentabilidade ambiental e trata dos documentos globais: Carta da Terra, Agenda 21 e os princípios dos Objetivos do desenvolvimento Sustentável  da ONU (ODS); no capítulo 4,  trata dos desafios atuais da sustentabilidade política; no capítulo 5, apresenta diversas experiências sustentáveis; e por fim, no capítulo 6, propõe reflexão de como realizar sustentabilidade no cotidiano.

 

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